“A criança tem o computador como um grande aliado no processo de construção do
conhecimento porque quando digitam suas idéias, ou o que lhes é ditado, não sofrem
frente aos erros que cometem. Como o programa destaca as palavras erradas, elas
podem autocorrigir-se continuamente, aprendendo a controlar suas impulsividades e
vibrando em cada palavra digitada sem erro. Neste contexto, podemos perceber que o
errar não é um problema, que não acarreta a vergonha nem a punição, pelo contrário,
serve para refletir e para encontrar a direção lógica da solução.”
Conforme Flores (1996, p. 86-89) devemos seguir algumas lições:
a) Não basta jogar computadores para os alunos ou para os professores. Deve
haver um esforço na formação dos professores em utilizar qualitativamente
este instrumento.
b) A tecnologia não aumenta espontaneamente o desempenho dos alunos.
Aumenta sim, a necessidade do professor mediar o processo do aprendiz.
c) Alta tecnologia não significa qualidade, falha-se ao acreditar cegamente em
interatividade e multimídia. Ter a rede de pesca não significa ter o peixe.
d) Nenhum equipamento ou programa substitui um bom projeto educacional.
Logo, não devemos esperar que o computador traga uma solução mágica e rápida
para a educação, mas certamente, ele poderá ser usado pelo professor como um importante
instrumento pedagógico, oportunizando que o aluno amplie o seu conhecimento e a sua
criatividade, pois afinal criatividade não se ensina, se constrói.
fonte: http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/novembro2011/pedagogia_artigos/ainformedinf.pdf

